Reportagem: HMB no Casino de Lisboa

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O mais recente boom na música portuguesa apresentou-se na sexta-feira, 19 de Abril, na Arena Lounge do Casino Lisboa, que celebrava o seu 7º aniversário, para dar um concerto com muito groove e boa disposição como só os HMB sabem fazer.

Com os três andares do casino cheios de público ansioso pelo início do concerto, por volta das 22.50h começa a ouvir-se a sinal de que o concerto da comitiva da Margem Sul do Tejo estava eminente. Às 23h as luzes apagam-se, os roadies saem do palco e, com uma fervorosa energia, Héber Marques e companhia abrem as hostilidades com 7 Dias.

Seguem-se Saudade de Ti e Sabe Bem que mantém o público agarrado aos corrimões das varandas do casino enquanto Héber vocifera belas e suaves palavras que deixam as senhoras a suspirar… E após um ligeiro aquecimento ouve-se Dia D, o single de apresentação dos HMB. É notório o impacto da música na indústria visto que todas as pessoas na sala sabiam a letra da música. Muitos aplausos, ovações e alguns “Héber és lindo!” eram as reacções mais comuns após aquele momento.
Mas nada preparava o público para o fantástico e arrepiante momento que se iria viver a seguir. “É a única música que consta no nosso alinhamento que não é da nossa autoria.” Disse Héber, e com isto seguimos para Duia. A música original dos Da Weasel marcou o momento alto da noite. Calmo, sereno e com muita soul. O público ajuda Héber e canta alto e bom som os versos deste hino do hip-hop/soul português. E, quando julgávamos ter chegado ao fim daquele momento chega Virgul dos Nu Soul Familly. Sem deixar o público descansar, sobem os bpm’s e deixamos o soul para passarmos ao funk.

Após este grande momento ouvem-se ainda Forças Opostas e Stereoh… As luzes voltam a diminuir a intensidade e passamos para outro grande momento da noite com Não Me Deixes Partir. Entoado em uníssono pelo público, este momento arrepiante certamente ficou gravado na memória de Héber que simplesmente ficava em silêncio a ouvir a audiência exprimir palavras de amor e ternura.

Contamos ainda com CDQP (Culpa de Quem Pariu), sempre com muito boa onda, e fazemos uma pausa. O encore que durou cerca de 3 minutos foi a rampa de lançamento para as ultimas duas músicas da noite. Talvez e Dia Memorável encerraram assim esta memorável noite para o Casino Lisboa que completava 7 anos e para os HMB, por terem tocado numa grande sala portuguesa.

– Filipe Botas

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