We Are Killing Ourselves: 10 anos que marcam o Metal português

Não são muitos os projetos de metal português que detêm de um impacto tão pujante que nem os We Are Killing Ourselves – WAKO. Claramente que subsistem projetos como os Bizarra Locomotiva ou os RAMP que embelezam o metal lusitano, mas vamos focar-nos nestes 10 anos de riffs genuínos e screams arrasadores que eclodem com a escala e logram lugar próximo de nomes colossais como os Slayer e Megadeth, com quem já partilharam palco.

Nuno Rodrigues, João Pedro, André Sobral, Bruno Guilherme e Pedro Mendes formam os WAKO, um quinteto que se destaca pelo desafio que se impõe de álbum para álbum. A par de álbuns, a sua carreira oferece-nos 3. Do EP “Symbiotic Existence” lançado em 2004 a “The Road Of Awareness” em 2011, passando por “Desconstructive Essence” em 2007, os We Are Killing Ourselves têm vindo a presentear-nos com uma categoria incomum de maior impetuosidade atestada de riffs de intensidade extrema onde o melódico encontra o pujante. Estes são os WAKO 10 anos depois. Uma banda que estabeleceu um lugar fixo no metal nacional. Uma banda em que o crescimento de álbum para álbum se denota através de ritmos ecléticos onde a fixação de uma escala sonora seria inadmissível.

Regressando à história, os We Are Killing Ourselves surgiram quando um círculo de amigos com influências em comum decidia criar o seu próprio sonoro. Em 2002 aparecia “Outrage” que conduzia a banda a uma nova dimensão.

Após quatro anos de carreira, a banda já detinha de um sucesso arrastado por 200 atuações ao vivo e atuações onde dividiam o palco com os Soulfly, Sepultura, Moonspell, Paradise Lost e muitas outras bandas de renome internacional.

Em 2008, a banda de Nuno Rodrigues e companhia assinava o seu primeiro contrato com a Dean Guitars e Ddrum, pisando palcos no âmbito internacional em tour nos Estados Unidos da América e Reino Unido.

Chega-nos “The Road of Awareness” em 2011, produzido por Daniel Cardoso da UltraSound Studio e masterizado por Josh Wilbur, vencedor de um Grammy, o qual já colaborou com Staind, Puddle of Mud, Chevelle, Hatebreed e Lamb of God. Grandes nomes mixados com talento equivalem a um sucesso inigualável.

10 anos, um contrato com a Rastilho Records, 3 álbuns, inúmeros concertos para além fronteiras e um sonoro veemente incontrolável dizem: Bem-vindo ao Universo WAKO.

Procura o desafio e junta-te a este universo onde o metal nos capta de riff para riff. Mas não é apenas uma questão de riffs, é uma questão de postura, perseverança e pura conexão de sonoros que se ausentam do vulgar.

Parabéns WAKO. Por aqui já se antevê outra década de sucesso. 

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3 thoughts on “We Are Killing Ourselves: 10 anos que marcam o Metal português

  1. Palcos gigantes nos EUA?Partilharam o palco com Slayer e Megadeth?
    3 albuns?
    Ramp e Bizarra? Entao e Moonspell? e os Web? E os Holocausto Canibal? E os Simbiose?
    Quantas bandas querem ainda activas e com mais de 10 anos de actividade?
    Quem escreveu isto que dispa a camisola.

    • Bom dia Rui. O artigo em menção não pretende desenvolver comparações entre as diversas bandas inseridas no registo em Portugal. Apenas felicitar a banda pelos seus 10 anos. Não subsiste qualquer desvalorização das restantes apontadas no seu comentário.
      Atentamente

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